Joypolis e Nosso Último Jantar em Tóquio.

Nossa! Ainda estou falando do último dia de Tóquio! A verdade é que o dia rendeu, aproveitamos tudo que pudemos no ritmo das crianças, ou seja, às vezes lentamente como a paisagem pedia e outras vezes bem ligeirinho como o programa exigia.
Então encontramos a entrada no shopping que nos levaria à Joypolis, apressamos o passo, nada de olhar lojas e vitrines e rapidinho chegamos ao parque indoor.

Confesso que estava com receio de entrar em mais um daqueles parques infantis barulhentos, com crianças histéricas, campainhas tocando e aquela mega poluição visual. Na entrada toda branca com funcionários educadíssimos para nos recepcionar e ajudar já fui relaxando e me entregando à fantasia.

Hora de passar pela medição e ver que adesivo cada um receberia de acordo com a altura para poder ter entrada livre nos brinquedos corretos.


Entramos e o parque se abriu, olhei em volta e não acreditei. Vou explicar, no folheto explicativo estava escrito que eram 3 andares mas não falava a metragem do lugar e eu já sabia que era pequeno. Mas incrivelmente eles sabem fazer as coisas, eram 3 andares com um grande vão aberto fazendo com que o teto fosse bem alto, o ambiente todo escuro parecia mais uma balada eletrônica, existia sim barulho dos brinquedos,mas não sei como, mais parecia música para nossos ouvidos e nos acostumamos tanto que sempre esperávamos pelo VRUUMM!! da mini montanha russa instalada bem no teto saindo pela lateral do shopping.

Parte central do parque visto do último andar.


Bom, mas pára tudo! Sem tempo para admirar o lugar e corremos para o terceiro andar para encontrar ele! SONIC!!!

Haviam vários brinquedos com o porco espinho, vários bonecos fofinhos, muitas imagens e uma estátua dele.


Pronto!! Nossa tarefa estava cumprida! Filhote feliz! Fomos brincar um pouquinho.
O parque mistura a realidade real com o virtual “real”, meio esquisito isso que escrevi de realidade real? Virtual “real”? Como assim?! Não sei, só sei que vivi. Num momento teve um show virtual no centro do parque, uma boy band japonesa, uma graça a música. Não era permitido fotografar, o parque estava relativamente vazio, mas na hora do show encheu e o mais legal é que encheu de pessoas virtuais, era uma projeção nos espaços vazios entre as pessoas, mas como tudo ali essas projeções também eram interativas, por exemplo, se eu desse um passo para frente a pessoa virtual na minha frente saía. Seria isso realidade virtual ou ilusão de ótica, sei lá! Então fomos dançar! Demais!!!

Ficamos super entretidos com tudo que tinha a realidade virtual, os meninos adoraram brincar com bolinhas virtuais, bichinhos virtuais.

Nos transformamos numa família de peixe boi, com direito à receber alimentação e soltar arrotinhos, rs!

Tinha um grande halfpipe para adultos simularem manobras no skate.

Santiago brincando em frente a uma imagem virtual enquanto o Murilo observa o pai no halfpipe.


E até um banco que conversava em japonês e em inglês com quem sentava, a conversa podia ficar longa com direito à suspiros, beijinhos ou sacolejos.

Tinham diversos jogos e brinquedos para adultos e muitos do cinema de terror japonês, não fui em nenhum, deu medinho mas porque todos estes brinquedos tinham uma explicação anterior e eu simplesmente não entendia nada, rs, e não entender nada num brinquedo de terror não iria dar certo!


Não dá para esquecer dos pezinhos cansados, então porquê não uma massagem?


Foi muito divertido para todos, fizemos um lanchinho lá de dentro, mas já era tarde e hora do jantar, e nosso último jantar em Tóquio e até agora já tínhamos provado muito da comida japonesa mas nada ainda do peixinho cru.
Saimos em busca de um restaurante de sushis e sashimis e encontramos bem no Deck principal de frente para a baía.

Neste restaurante tinha uma grande vitrine com os principais pratos, nossa quanta dúvida!

O garçom conseguiu nos mostrar que podíamos sentar em frente ao sushiman e seguir pedindo o que queríamos, topamos na hora! Mas que sufoco! Primeiro como chamar o garçom pelo nome?

Cada vez que pedia um sushi, o casal ao lado ria! No começo me bateu uma vergonha, depois cada vez que eles riam eu ria junto, fazer o quê?! COMER E BEBER!








Dá uma olhadinha la fora!

E assim terminamos nosso dia, ao sabor do mais autêntico peixe cru japonês e com a vista mais linda da cidade, ver toda Tóquio com seus aranha céus iluminados, torres iluminadas, barquinhos que cruzam a baía a todo instante e a Rainbow Bridge foi encantador, finalizamos com sucesso!

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2 respostas a Joypolis e Nosso Último Jantar em Tóquio.

  1. Ro diz:

    Nossa, fiquei até arrepiada com esse post! Super legal!
    Primeiro a alegria da criançada, muito fofos! E encontrar o bendito bonequinho, que alegria! Não sabia que ele é um porco espinho. Ué, cadê os espinhos?!
    AMEI o restaurante! Primeiro a visão que é impressionante de linda, e todos os tipos de sushi e sashimi?! Que sonho!
    Aquela foto do bolo de sushi tem um troço que parece uma língua, o que será aquilo?!
    Adorei, fechamos Tóquio com chave de ouro!!!

  2. Ro foi um dia muito legal mesmo, e trazer um Sonic para casa foi nosso troféu da viagem, rs. E o Sonic é uma espécie de mini porco espinho que não solta espinhos, e no desenho onde a gente acredita que é o cabelo e uma asinha, ali são os espinhos, rs.
    Aquele sashimi que vc viu é um peixe defumado, não sei qual peixe, rs!

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