Domingo de sol e frio em Moscou!

Este sim seria nosso primeiro dia oficial em Moscou, como chegamos na madrugada resolvemos dormir das 7 da manhã até as 11 hrs, apenas para descansar o corpo e começar a acostumar ao novo fuso horário.

Saímos do nosso apartamento com muita fome e com um mapinha simples nas mãos, duas quadras apenas de caminhada e já encontramos um bom lugar para nosso Brunch de domingo em Moscou.

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E a diversão com o alfabeto cirílico começa. O bom que era uma grande confeitaria/panificadora/restaurante. Não precisamos ver o cardápio e aproveitamos para pedir só o que estava no balcão. E a atendente?! Nossa!! O adjetivo carrancuda é muito fraco para ela, rs! Mas nós iríamos aprender um jeitinho e quebrar o gelo destes russos, ahhh, íamos!!

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Todos bem alimentados fomos caminhar pelo nosso bairro, Presnensky . É o distrito central de Moscou que abriga o Zoo e Casa Branca da Rússia. Na nossa caminhada chegamos a um parque ótimo para as crianças , nosso primeiro playground na Rússia.
O Patriarshiye ou Lagoa dos Patriarcas é um parque com uma enorme lagoa que no inverno vira uma grande pista de patinação, local que antigamente era encontro de grandes intelectuais e escritores russos. As crianças se divertiram com outras da mesma idade enquanto nós ouvíamos música de um festival que acontecia ali.

Lagoa dos Patriarcas.

Lagoa dos Patriarcas.

Patriarshyie, Lagoa dos Patriarcas!

Patriarshyie, Lagoa dos Patriarcas!

Continuamos nossa caminhada com a intenção de chegar na Tverskaya Ulitsa e seguir até a Praça Vermelha, não preciso dizer que estavámos no caminho errado, mas que valeu muito à pena! E encontramos mais um festival de rua, com mitas barraquinhas de comida, distribuição de chocolates Lindt, bebidinhas diferentes e muitas crianças. E mais um … Playground, para a felicidade das crianças!

Playground de Moscou!

Playground de Moscou!

Festival gastronômico na Tverskoy

Festival gastronômico na Tverskoy


As crianças se divertindo com os sons numa instalação na praça.

As crianças se divertindo com os sons numa instalação na praça.

Mas o nosso objetivo era a Praça Vermelha acertamos o mapa e lá fomos nós! Estava acontecendo o Moscow Day, data comemorativa onde eles fecham a praça para desfile militar, apresentação de grandes espetáculos de música e shows de fogos!

Praça Manézhnaia

Praça Manézhnaia

Matrioskas à venda na Praça Vermelha.

Matrioskas à venda na Praça Vermelha.

Teatro Bolshoi.

Teatro Bolshoi.

Resolvemos acertar e subir a Tverskaya Ulitsa, a principal rua da cidade, palco de muita história, região de muitas construções antigas mas caminhando por ali à noite o que víamos eram os letreiros das grandes marcas e o movimento intenso de carros e motos. Os jovens russos com suas super bikes e super carros esportivos com seus motores “envenenados”, nos sentimos numa versão Velozes e Furiosos na Rússia.

Paramos na Teverskaya,14 na famosa loja Eliseevskiy, É uma grande mercearia aberta em 1901 num antigo castelo e famosa pela sua decoração luxuosa no estilo barroco com enormes lustres de cristal em formato de cachos de uva! A loja é líndissima e os produtos incríveis. Ficamos ali perdidos entre todos os tipos de iguarias.
E não deixamos de levar para casa algumas guloseimas enquanto as crianças escapavam das minhas mãos e corriam pelos corredores, simulavam comer os peixes seco, falavam “spaciba” quando passavam pelas pessoas e um frio corria pela minha espinha imaginando que eles derrubariam todas as prateleiras. Enquanto o marido foi para o caixa lá fui eu segurar os dois meninos, ufa!

Eliseevskiy na Tverskaya,14.

Eliseevskiy na Tverskaya,14.

Claro que a fome batia forte e encontramos uma rede de comida russa bem popular. Mu-mu Café, ou My-my para os russos, é um restaurante self-service calssificada como comida barata. E como para os russos nenhuma refeição é completa sem sopas, lá fomos nós provar a tão famosa sopa Borscht!!

Mu-mu Cafe. Му-му

Mu-mu Cafe. Му-му

Assim nosso primeiro dia chegou ao fim, não sem antes encontrar um clássico russo!!

Lada, em Moscou!

Lada, em Moscou!

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Blogagem coletiva – As Viagens de Nossa Infância!

Para homenagear o Dia das Crianças vou dar uma paradinha nos relatos da última viagem e falar um pouquinho de como foram minhas viagens da infância junto com outras mães blogueiras que tiveram a iniciativa de fazer esta brincadeira e assim descobrir também de onde veio esta vontade de se manter na estrada sempre viajando!

 

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Nasci em Wenceslau Braz, uma pequena e pacata cidade do norte pioneiro paranaense, com um aninho de idade meus pais decidiram morar na capital, Curitiba. Assim foi minha primeira viagem. 

 

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Mas espera aí, a vida não é tão bela assim! Os anos foram passando e era Natal, Páscoa e carnaval e lá íamos nós para Wenceslau Braz, mais um pouquinho e passamos a ir para Londrina , mais um pouquinho para Maringá e de volta para Wenceslau!!

 

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Cuidado aqui se você for sensível!! São cenas fortes na próxima foto de um feriado qualquer de 1978 em Maringá, um abate de porco para ser servido no almoço de domingo!

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E aqui mais uma vez em Wenceslau Braz com minha priminha, companheira de muitas férias e feriados, e atrás o carrinho que me levava esmagadinha entre dois irmãos adolescentes!!!

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No meio deste vai e volta entre norte, norte pioneiro e capital do Paraná meus pais compraram uma casa na praia. Era muita alegria fazer a mala e ir entrouxada no carro entre muitas pernas, sacolas de supermercado, cachorro, ventilador e às vezes até colchão!!

 

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A praia virou meu destino favorito, lá eu andava solta, conhecia todos, curtia todos os momentos com chuva ou com sol. Aliás quando chovia era uma diversão à parte, acompanhar a retirada dos carros encalhados e de noite me misturar aos irmãos e primas todos mais velhos para caçar rã e participar das fogueiras! Viajávamos sempre de carro, passando de fusca para maverick, para fiat 147 e del-rey. Mudava o carro mas o que nunca mudava era o fato de nunca transpor os limites do estado do Paraná!

 

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Opa!!! Um belo dia meus pais estimulados por amigos resolveram nós levar para, para, para … Foz do Iguaçu!! Eba! E eu coloquei meu pezinho adivinha onde???? No Paraguay, ai ai ai!! Rsrs

 

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E assim foi! Por muitos anos meu mundinho foram os limites do Meu Paraná, nas aulas de geografia eu era craque, conhecia todos os relevos do estado! Cresci … cresci mais um pouquinho e quando criei perninhas próprias tratei de transpor estes limites que me incomodavam, com as amigas da faculdade e agora com minha família.
Esta aí esta vontade louca de fuçar cada cantinho e também ir cada vez mais e mais longe!!!E acima de tudo ter a oportunidade de mostrar o mundo para meus filhos transpondo limites e fronteiras, respeitando novas culturas e adicionando às nossas vidas um pouquinho do tudo que podemos ver!! Sem limites, sem preconceitos e com uma boa dose de curiosidade!!!

 

 

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E para ler as histórias de outras famílias viajantes acompanhe aqui:

1. Claudia Rodrigues Pegoraro – Felipe, o Pequeno Viajante

http://felipeopequenoviajante.blogspot.com.br/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa.html#more

2. Karen Schubert Reimer – As Aventuras da Ellerim Viajante

http://ellerimviajante.com.br/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia.html

3. Francine Agnoletto – Viagens que Sonhamos

http://viagensquesonhamos.blogspot.com.br/2013/10/as-viagens-da-minha-infancia.html

4. Thyl Guerra – Viajando com Palavras

http://viajandocompalavras.com/2013/10/12/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia/

5. Marcia Tanikawa-Os Caminhantes

http://oscaminhantes.com/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia.html

6. Adriana Pasello – Diário de Viagem

http://www.diariodeviagem.com/photo/blogagem-coletiva-viajava-crianca/

7. Sut-Mie Guibert – Viajando com Pimpolhos

http://viajandocompimpolhos.com/2013/10/12/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia/

8. Andrea Barros – Do RS Para o Mundo

http://dorsparaomundo.blogspot.com.br/2013/10/3-blogagem-coletiva-as-viagens-da-minha.html

9. Andreza Trivillin – Andreza Dica e Indica Disney

http://www.andrezadicaeindicadisney.com.br/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa.html

10. Patricia Papp – Coisas de Mãe http://coisasdemae.wordpress.com/2013/10/12/blogagem-coletiva-viagens-na-infancia/11. Camila de Sá Marquim – Na Viagem com Camilahttp://naviagemcomcamila.wordpress.com/2013/10/12/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia/

12. Débora Segnini – Gosto e Pronto http://www.gostoepronto.com/2013/10/blogagem-coletiva-viagens-infancia/

13. Débora Galizia – Viajando em Família

http://viajandoemfamilia.com.br/blogagem-coletiva-as-viagens-da-minha-infancia-a-riqueza-da-simplicidade/

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Chegando em Moscou – Aeroporto Domodedovo – аэролорт домодедово

Seguindo viagem a partir de Zurich voamos até Moscou, são 2.194 km de distância!

Voando Zurich - Moscou pela Swiss Air.

Voando Zurich – Moscou pela Swiss Air.


As crianças, dormiram, comeram e dormiram de novo,nossos companheiros de viagem foram um grupo de casais espanhóis, barulhentos e fumantes…cheirinho de cigarro por toda a aeronave. Chegamos todos bem, bem fedidos! Rs
Sempre acho a passagem pela imigração um pouco tensa, filas enormes depois de sair de um vôo e duas crianças ou loucas para brincar, ou necesitadas de dormir só mais um pouquinho!! Por sorte pegamos uma fila pequena, e rapidamente passamos pela sabatina do agente que sempre acho um pouco “amedrontadora”. Com tudo certo já nos sentimos em solo Russo. Eram quatro horas da manhã.
Uma amostra do alfabeto cirílico! Uma das únicas placas com informações em inglês!

Uma amostra do alfabeto cirílico! Um dos únicos lugares com informações em inglês!


Rapidamente encontramos o motorista contratado junto com a hospedagem. O aeroporto estava muito, muito cheio, principalmente de pessoas vindo de vôos internos. Imagina!! A Rússia é o maior país do mundo em extensão territorial. Seu tamanho é duas vezes maior que o tamanho do Brasil. E ainda, a Rússia faz fronteira com catorze países! Muita gente, mesmo!
Aeroporto Domodedovo de madrugada!!

Aeroporto Domodedovo de madrugada!!


Seguimos para a cidade distante 35 km e tivemos uma amostrinha especial da Praça Vermelha.
Praça Vermelha na madrugada de domingo!

Praça Vermelha na madrugada de domingo!


Eram sete horas da manhã de domingo quando chegamos no nosso apartamento, como deixamos os pijamas fácil na mala, foi vestir o pijama apagar a luz e tentar dormir pelo menos umas duas horas, se.. a ansiedade deixasse.
O apartamento (Mama Ro Apartments) foi contratado pelo site booking onde encontramos os valores mais acessíveis pois os valores de hotéis nesta região para nosso bolso eram proibitivos. Valeu muito a pena, eram apenas 10 min. de caminhada até a Praça Vermelha.
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Zzzzzzzz!!!!

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Um dia em Zurich!

Para a nossa viagem para a Rússia optamos voar com a Swiss Air com escala em Zurich e ter a oportunidade de conhecer a cidade.

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Nosso vôo saiu de São Paulo e foi muito tranquilo, as crianças rapidamente receberam seus mimos e é claro os chocolatinhos também ! Quando chegamos ao aeroporto de Zurich pegamos um monotrilho para pegar as malas que deveriam ser despachadas novamente. Como optamos por ficar um tempo na cidade alugamos um ármario no aeroporto de deixamos todas as malas ali e fomos comprar o tiquete para o trem e aproveitar a cidade.

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Imagem De trem seguimos até a Hauptbanhof e dali foi sair caminhando pela Banhof Strasse, a principal rua com suas lojas e restaurantes. Zurich é a maior cidade da Suiça e também seu centro financeiro, tem aproximadamente 400.000 habitantes, e em 2011 foi considerada a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo e continuou com este título em 2012.

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Estávamos ali num lindo sábado de sol, muitas pessoas na rua, crianças, jovens e idosos caminhando tranquilamente numa das ruas mais caras do mundo! Seguimos pela Banhof até chegar à Burklipatz, uma simpática praça com uma promenade a beira do lago de Zurich acabando no porto. No sábado acontece uma grande feira de antiguidades com algumas barraquinhas de comida.

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Os meninos resolveram que era hora de comer e lá foram eles provar a Salsicha de Vitela Suíça.

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Depois de caminhar, sentar e observar o movimento decidimos pegar bondinho azul e procurar um restaurante que havia sido super recomendado, voltas e voltas depois descobrimos que o restaurante centenário fechou suas portas a poucos meses, a fome apertava e decidimos parar no lugar mais próximo – comida vietnamita, nós sentimos com sorte pois comemos bem a um preço de certa forma aceitável, ufa! Se o tal restaurante ainda existisse provavelmente não sobraria dinheiro para o resto da viagem, rsrs! Zurich é cara sim, pelo menos ali na região central!
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Depois de comer e provar algumas cervejas asiáticas voltamos à nossa caminhada pela região, até para num canal e aproveitar mais ainda o dia de sol.

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Nos sentimos energizados e prontos para retomar nossa viagem e mais algumas horinhas de avião até chegar em Moscou.

Mas… Nosso dia ainda estava pela metade então fomos até a Confiserie Sprüngli, nada mais nada menos que o fabricante do mais renomado chocolate e trufa do mundo. A empresa foi fundada em 1836 e hoje é também responsável pela fabricação dos chocolates Lindt. Mas a esta altura eu não estava interessada nos chocolates e sim no Luxemburgerly, uma “coisa” deliciosa de apenas 1 polegada. Muito parecido com o macaron, mas sinto muito em dizer… Bem melhor Que o francesinho!!

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Agora sim!! Já podemos ir embora! Tchau Zurich, tchau Suíça!

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Vamos para a Rússia – Preparativos!

Destino de férias para o ano de 2013 escolhido! Seria Rússia!! Destino principal escolhido chega a hora de iniciar as pesquisas e arrumar todo o roteiro.

A vontade era aproveitar tudo que a Rússia poderia nos proporcionar, conhecer a Transiberiana, conhecer o Anel Dourado ( região próxima a Moscou com muitas construções históricas) alugar um carro e poder explorar as regiões mais distante. Mas… tudo vai mudando conforme a pesquisa avança. E depois de muito tira e põe o roteiro estava pronto e ficou assim:

Saindo de São Paulo com destino a Zurich na Suíça, um dia inteiro para conhecer e seguir viagem de avião para Moscou, de lá trem rápido para Saint Petersburg, saindo de trem para Helsink- Finlandia, num passeio de navio chegar em Tallin – Estônia, retornando para Helsink e de avião seguir para Frankfurt -Alemanha com um dia inteiro para passear e retornar para São Paulo.

Com tudo resolvido foi conversar com as crianças e envolvê-las na viagem. Começamos assintindo um Reino Gelado ou Snezhnaya Koroleva rs, um filme de animação Russo que foi lançado bem na época que escolhemos este destino. As crianças adoraram a história do gelo e neve, mas eu contei que iríamos numa época que não teria neve, e elas aceitaram.

Encontrei um livro que todos em casa adoraram e que realmente virou nossa referência para a Rússia, afinal, viajaríamos para encontrar o tão temido Ogro da Rússia!! Livro de Victor Hugo.

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Crianças envolvidas o próximo passo era cuidar de outros assuntos como os documentos necessários para a viagem. Para nossa felicidade a Rússia não exige visto para entrar no país assim como os outros países que entraríamos. Em relação ao dinheiro teríamos que comprar euros e quando chegar ao país trocar por Rublos, pois não encontramos nenhuma casa de câmbio que vendia. Estas notas foram trocadas quando chegamos lá.

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Agora era vez de cuidar do nosso mascote e escolher um lugar que aliasse bem estar para ela com um custo aceitável. E lá se foi a Atzin pegar seu vôo para ficar na casa da minha Avó em Curitiba.
A Atzin, nossa Chiuhaua vôou Tam e foi tudo muito bem, como ela tem apenas 1,7 kg pode viajar na cabine e a caixa tem o tamanho exato para ficar embaixo da poltrona. Sem esquecer de enviar a carteirinha de vacinação completa e o atestado de saúde com validade de 10 dias.

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Então vamos fazer as malas agora! Cada vez mais eu quero levar menos e sempre descubro que podemos passar muito bem com cada vez menos coisas. Só não abrimos mão ainda de levar uma farmacinha completa. E a mala esta cada vez menor, porque fica difícil todos os translados levando duas crianças, dois carrinhos e as malas.
Portanto as escolhas ficaram assim:

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Agora era seguir para o aeroporto e seguir em busca do Ogro da Rússia!!!

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Vamos para a Rússia!!

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Vamos para o Kinkaku-ji, o Pavilhão Dourado.

Saímos do Templo Kiyomizu-dera e ficamos caminhando na próximidade prestando a atenção nas menores ruelas, passamos por um passeador de cães enquanto caminhávamos por um canal sinuoso e encontramos uma pequena sorveteria, sentamos ali e provamos os sabores mais comuns, como morango e os mais inusitados, chá verde e wasabi.

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Foi um tempinho para verificar o mapa e seguir para o próximo Templo, o Kinkaku-ji, o Pavilhão Dourado.
Era um antigo palácio que o xogum ordenou que após sua morte o palácio deveria se transformar num templo.
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Passamos por um lindo caminho arborizado e demos de cara com o pavilhão com suas folhas de ouro brilhando intensamente com a ajuda dos raios de sol do entardecer! Foi uma cena linda e mágica!
O palácio é uma estrutura de três andares toda folheada de ouro, hoje é uma réplica do verdadeiro que foi destruído num incêndio em 1950.

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Ficamos passeando por ali e os meninos aproveitaram para jogar moedinhas nas fontes! E o pedido? O pedido do Santiago foi voltar ali!
E eu perguntei porque e ele respondeu: para jogar mais pedrinhas e fazer mais pedidos!!! Rs

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A noite estava chegando, seria nossa última noite em Kyoto. Fomos caminhando até encontrar um ponto de ônibus e voltamos sem saber muito bem onde parar e se aquele ônibus nos levaria até a estação central, quando já estávamos reconhecendo as ruas decidimos descer e ir caminhando e aproveitando a vizinhança.
Vimos um restaurantinho simpático e resolvemos entrar.

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Donguri é um restaurante de okonomiyaki e tem um grande teppan na mesa para cada um fazer o seu. As mesas são todas separados pelos biombos, não se consegue ver nem escutar ninguém das outras mesas. Tinha um armário para guardar todos os sapatos, carrinho de bebe e bolsas. A garçonete só falava o japonês e o cardapio tinha poucas fotos, foi muito divertido descobrir o que havíamos pedido. Comemos muito bem e bebemos também. Aliás eu amei todas as cervejas japonesas.

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É claro que as crianças também receberam seus pratinhos especiais. E eu tenho que lembrar aqui que em TODOS os restaurantes que fomos sempre fomos super bem atendidos e todos sempre tinham seus pratinhos e talheres próprios para crianças, e isso eu achei um espetáculo, em muitos lugares escutamos que restaurantes que oferecem qualquer mimo para uma criança ele é kids-friendly, pois é, eu discordo!! eu simplesmente acho que oferecer estas facilidades é apenas um sinal de respeito, portanto, obrigatório!!!

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E no Japão o que se vê por todos os lados é respeito, organização, limpeza, coisas fundamentais numa nação?! Japão eu te amo!!!

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Dia de visitar o Templo Kiyomizu-dera.

Dia de despedida de Kyoto; acordamos cedo e fomos tomar nosso café da manhã numa delicatessen que fica entre nosso hotel e a Estação Central de Kyoto.

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Pegamos um ônibus na Estação e seguimos para nosso primeiro passeio, o dia estava lindo e ensolarado. Fomos para o Templo Kiyomizu-dera, um dos templos mais famosos da cidade.

É o templo que dizem pertencer a todas as seitas e por mais de 1000 anos recebe peregrinos que vêm oferecer suas orações e beber da fonte sagrada. Kiyomizu significa água pura!Imagem

Na frente dos portões encontramos essa gracinha, seus pais e ela moram numa cidade próxima e aproveitaram o dia para visitar os templos que mais gostam e a pequena foi devidamente trajada para esse dia especial!

Na entrada já ficamos encantados com o lugar e fomos descobrindo que ele era enorme e dentro haviam várias edificações para conhecer.

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La dentro encontramos o Jishu Shrine, é o templo do amor e tudo ali é para os apaixonados. Tem as pedras do amor na qual diz a lenda que a pessoa deve caminhar entre elas com os olhos vendados e se conseguir terá um amor eterno! Adoramos .

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Uma caminhada pelo local encantado nos leva até o salão principal, o qual foi construído todo de madeiras sem nenhum prego sequer e oferece bela vista de Kyoto e caminhamos pelo desfiladeiro para ter uma linda vista do templo.

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Quando começamos a descer o desfiladeiro ao lado da encosta da montanha vi os uns tatames suspenso na mata onde era servido almoço, como a fome batia a nossa porta paramos ali para comer e tomar um saquê calmamente como o lugar nos inspirava fazer.

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Nosso primeiro passeio estava encerrado e com grande satisfaçao!!!

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Passeio em Gion com suas Gueishas, Geiko e Maiko em Kyoto

O sol aos poucos ia se escondendo e resolvemos pegar o ônibus para seguir nosso passeio no segundo dia de Kyoto. Fomos a caminho de Gion, o bairro conhecido por manter características dos tempos feudais com diversos teatros e paraíso do entretenimento.

No caminho passamos por diversas ruas com seus neons e grandes lojas de departamentos com muito burburinho e movimento, descemos bem perto da região dos teatros com charmosas vielas que ao escurecer iam ganhando outras cores e que mais parecia outra cidade. Pois bem, lá estávamos nós e muitos outros viajantes, andando e procurando “as filhas das artes”, as Geikos, que são as orgulhosas gueixas de Kyoto. Olha para cá, olha para lá, esbarra nos alemães, esbarra nos coreanos e nada!!

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Que tal uma passeio de riquixá?

Que tal uma passeio de riquixá?

Nada de Gueixas, nada de nada. Já sabiamos que elas aparecem quando há festivais, quando elas saem das vielas para irem ao teatro e que seria mais fácil encontar uma turista vestida de gueixa que uma verdadeira. Mesmo assim sentimos uma pontinha de frustração e decidimos retornar pela rua mais movimentada e cheia de lojiinhas, foi numa dessas que o Santiago quis entrar.

Era um grande corredor com muitas barraquinhas de produtores de Nabo, achamos muito curioso, tinha nabo para todos os gostos. E o Santiago não perdeu tempo e sai provando em todas as barraquinhas. Era chegar, acenar com a cabeça, dar um sorrisinho que uma senhorinha já alcançava para ele um porçãozinha.

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E descobrimos que no Japão eles amam o nabo, ou melhor, o daikon! Existe até desenho animado que o protagonista é um nabinho, rs. Eles fazem o daikon de várias formas, crú, cozido ou em conserva que foi como o Santiago comeu. Segundo eles é um legume barato, saúdavel e fácil de preparar e cultivar. Bom, depois de muito custo conseguimos seguir adiante, passamos pelo Pontocho, uma região com muitos ryokans e restaurantes que no verão aproveitam a faixa de areia no rio e colocam ali mesas e lanterninhas.

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Pegamos o ônibus e voltamos para a Estação Kyoto que ficava ao lado do nosso hotel e próximo a Yodobashe, a grande loja de eletrônicos que no seu último andar tinha muitos restaurantes e desta vez escolhemos comer mais uma comida típica.

Difícil controlar a mãozinha do curioso! Tira a mão dai piá!

Difícil controlar a mãozinha do curioso! Tira a mão dai piá!

O Kushiage, um espeto empanado e frito! Mais uma vez fomos muito bem recebidos mesmo sem conseguir entender nada, rs!  O garçon nos acompanhou até a mesa, guardou os carrinhos dos meninos dentro de um baú atrás da mesa! Achei demais, rs, quem viaja com carrinho sabe os sabores e dissabores de carregá-los. Bom, o garçom explicou como funcionava todo o sistema, ligou a fritadeira que fica no centro da mesa e lá fomos nós nos servir!

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Só posso dizer que foi mais uma delícia para fechar o segundo dia de Kyoto, comemos de tudo um pouco, e ainda mais um pouco!

Muitos espetinhos depois… e sem as gueixas, ficamos ali relembrando o dia!

Muitos kushiage depois...

Muitos kushiage depois…

Foto tirada de um outdoor em Gion.

Foto tirada de um outdoor em Gion.

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Kyoto Segundo Dia – Em Direção ao Castelo De Nijo

Estamos no nosso segunda dia em Kyoto, após conhecer o Santuário Fushimi e sentir que a barriga roncava de fome pegamos o trem e voltamos para a Estação Kyoto, la mesmo encontramos as máquinas de comida num pequeno e apertado quiosque.

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Funciona assim : escolhe o número no menu na máquina que fica do lado de fora, insere o dinheiro e recebe um tiquete, com o tiquete na mão vai até o balcão e rapidamente uma pessoa muito atenciosa entrega seu pedido.Entre muitos outros clientes e panelas fumegando encontrei meu cantinho e saboreei um delicioso rámem .

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Com pancinha cheia pegamos o ônibus, sentei com o Murilo no colo ao lado de um senhorzinho muito sorridente e aparentemente com muita vontade de bater um papo, mas ficou ali me olhando! Tínhamos como destino o Castelo de Nijo, memorizamos a parada e seguimos. De repente o senhorzinho desatou a falar comigo e apontar para descermos, olhei para o marido e ficamos confusos mas imaginamos que ele queria dizer que o Castelo estava logo ali, ele gentilmente pegou no meu braço apontava para fora e fez sinal sorrindo como quem diz: – vá!
E nós fomos!! Descemos do ônibus rapidinho ele acenou e nós também. Olhamos o mapa, olhamos em volta e cadê?
Andamos um pouquinho e descobrimos que estávamos pelo menos umas dez quadras de distância do Castelo.
Na quadra seguinte encontramos um outro templo e pensamos: Vamos lá conhecer!

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Um templo lindo sem muita exuberância na parte externa , um silêncio que exercia um efeito reconfortante, ficamos ali uns bons minutos, descalços e observando cada detalhe, o altar, o tatame, os detalhes da madeira entalhada com suas pinturas em ouro.

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As crianças olharam tudo e intuitivamente entraram no clima, observando todos os cantinhos e curiosos!

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Tudo era muito perfeito e limpíssimo , ficamos até surpresos que depois de fato caminhar lá dentro as meias saíram tão branquinhas quanto entraram.

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O que o senhorzinho queria me dizer nunca vou saber, mas valeu a descida no lugar errado!
Depois deste passeio fora do roteiro seguimos numa caminhada para o Castelo de Nijo.

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O Castelo teve sua construção finalizada em 1626 e ele apresenta dois grande palácios com muitos jardins ricos por suas variedades em pedras.
Este Castelo tem o piso rouxinol, ou seja, as tábuas foram cuidadosamente instaladas para que quando alguém pisasse elas reproduzissem o som do pássaro, avisando sobre possíveis intrusos.

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Uma boa caminhada pelos jardins passando pelas casas de chá, pinturas de cerejeiras e o fosso e chegamos à vista do Palácio de Honmaru.

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O céu ja dava indícios que em breve o sol iria se por e fomos embora, agora a caminho de Gion encontrar as gueixas.

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Passeio por Kyoto – Santuário Fushimi

Nosso segundo dia em Kyoto começou bem cedinho como nosso hotel não incluía o café da manhã seguimos para uma delicatessen na esquina e desta vez infelizmente nada de café da manhã japonês, fomos de pãezinhos e cafezinho mesmo.
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Bem alimentados fomos para a estação de Kyoto e pegamos o trem que em menos de 10 minutos nós levou para a estação Inari, atravessando a rua estávamos na frente do primeiro Santuário do dia.

Santuário Fushimi

Este santuário Xintoísta presta culto a Inari, a divindade do arroz e saque. E está localizado na base de uma montanha e inclui várias trilhas para atingir outros santuários menores. As primeiras estruturas foram construídas em torno do 711 no sudoeste de Kyoto, em 816 toda a estrutura foi levada para a montanha dentro de Kyoto a pedido do monge Kūkai . A estrutura principal do santuário foi construído em 1499 .
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Ao longo de todo o Santuário você vai encontrando outros mini santuários, estima-se que existam 32.000 pequenos santuários, nem procurei todos, rs!
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São várias as estátuas de raposa, considerada mensageiro da divindade Inari, porque caçava os ratos que comiam o arroz.
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Esta ave vimos por todos os lugares no Japão, inclusive nas ruas movimentadas de Tóquio e ela faz um barulho quase assustador.

Esta ave vimos por todos os lugares no Japão, inclusive nas ruas movimentadas de Tóquio e ela faz um barulho quase assustador.


Os meninos adoravam esta hora, por eles, ficariam ali o dia todo tomando aquela água fresca e gelada.

Os meninos adoravam esta hora, por eles ficavam ali o dia todo tomando aquela água fresca e gelada.


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Mini Torii que os visitantes deixam em agradecimento ou pedindo prosperidade.

Mini Torii que os visitantes deixam em agradecimento ou pedindo prosperidade.


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E mais escadarias para subir.

E mais escadarias para subir.


De olho nas estátuas de cavalo.

De olho nas estátuas de cavalo.


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Depois de passar pela estrutura principal fomos para a fileira de Torii, os portais vermelhos, são em torno de 10000 torii. E muitos foram oferecidos por agricultores e comerciantes que vêm pedir prosperidade e riqueza.
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Enquanto brinca, conhece. Enquanto brinca, come!! Enquanto come, conhece!!

Enquanto brinca, conhece. Enquanto brinca, come!! Enquanto come, conhece!!


O caqui em Kyoto é mais gostoso! O caqui em Kyoto é mais gostoso!
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Além das trilhas mais famosas revestidas por torii, existem outras trilhas que percorrem uma floresta de bambu e oferece uma experiência diferente a partir da estrada principal.
Optamos por não subir a montanha e pegamos uma trilha para sair.
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A manhã já estava acabando e a fome ia chegando já tínhamos comido todas as frutinhas, já era hora de voltar!!,

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Viagem para Kyoto.

Kyoto foi a capital imperial do Japão, deixando de ser em 1943 e esta no centro sul do país com aproximadamente 1,5 milhões de habitantes, são quase 2500 pessoas por quilômetro quadrado.
É a única cidade grande do Japão com o maior número de construções antigas anterior à Guerra, e devido seu valor histórico a cidade foi poupada do ataque nuclear da Segunda Guerra pelos EUA, ufa!! Ainda bem, fiquei só pensando em quantos templos e construções históricas poderíamos ter perdido!
Saimos cedinho de Osaka deixando nosso hotel na Universal Studios, enquanto isso a multidão ia chegando no parque, imagina a lotação no final de semana?!

Tchau Osaka!

Tchau Osaka!


Muita gente chegando no parque bem cedinho!

Muita gente chegando no parque bem cedinho!


Não podia deixar de registrar o charme das meninas! Aos finais de semana muitos jovens vão aos parques como personagens.

Não podia deixar de registrar o charme das meninas! Aos finais de semana muitos jovens vão aos parques como personagens.


Mas vamos falar de Kyoto, viajamos com um trem rápido até Kyoto e muito confortável, uma viagem rápida, chegar na estação de Kyoto já é fazer uma entrada triunfal na cidade, é a estação nova da Japan Rail e demos de cara com uma construção futurista com grandes espaços abertos, superfícies de vidro e escadarias formando uma arquibancada. E rapidamente nos perguntamos: Será que estamos no lugar certo? Afinal A idéia inicial que criamos de Kyoto era de uma cidade com fortes características ainda tradicionais com seus templos, jardins e senhoras caminhando lenta e cadenciadamente com seus lindos quimonos!
Estação de Kyoto.

Estação de Kyoto.


Mais uma vista da estação de Kyoto.

Mais uma vista da estação de Kyoto.


Adorei a estação e gostei também de ficar alguns minutos parada só observando o movimento, ao lado do local que paramos para pegar informações sobre o transporte na cidade estava o ponto de encontro da estação e foi fantástico ver as senhorinhas se encontrando, os casais de namorados, grupos de amigos, todos com aquela típica reverência, uma alegria quase tímida mas muitos que se abraçavam e muitas vezes com o nosso típico tapinha nas costa, rs!
Estávamos ansiosos para chegar ao hotel e partir para conhecer a cidade e todos seus templos e nesse dia o Pequeno Murilo estava com um mau humor master, rs, tadinho.
Murilo não queria saber de nada!

Murilo não queria saber de nada!


Mas foi muito bom descobrir que nosso hotel estava do outro lado da rua que estavamos, ufa! Só 5 minutinhos de caminhada e chegamos ao hotel, infelizmente teriamos que esperar mais 40 minutos para entrar no quarto, deixamos as malas pegamos uns brinquedinhos para aplacar o animo do Murilo e fomos para Isetan, loja de departamento no complexo da estação de Kyoto, com ótimos restaurantes no último andar. Fomos direto ao último andar e escolhemos um restaurante com mais cara de família possível.
Buffet do restaurante no último andar da Isetan

Buffet do restaurante no último andar da Isetan


Nada de cardápio com fotos, nada de comunicação a não ser por mímica, era um buffet e fomos muito bem recebidos e o maitre nos apresentou todas as comidas, risos controlados, afinal não entendemos nada, rs, e entendemos que tínhamos duas horas para comer, ao final deste tempo teríamos que deixar o restaurante, hãm!! Rsrs
Ja comecei a comer com olhos, muitas “coisinhas” coloridas, cheirosas e até melequentas, rs! Claro que comi de tudo e um pouco mais! Cada vez que voltava para me servir seguia a pessoa que estava na minha frente e colocava no meu prato tudo que ela colocava e como colocava. Santiago comeu super bem e o Murilo preferiu as comidinhas com cara de conhecida.
Só o começo!

Só o começo!


Mais uma vez!

Mais uma vez!


E mais uma vez!

E mais uma vez!


O Santiago achou o máximo o micro camarão no macarrão! Era o verdadeiro "camarrão"!

O Santiago achou o máximo o micro camarão no macarrão! Era o verdadeiro “camarrão”!


Finalizamos antes do período de duas horas, rs. Aproveitamos para dar uma volta nas lojas. São lojas requintadas com produtos sofisticados. Fomos visitar as lojas de Quimonos, afinal Kyoto é a capital da produção de quimonos. São peças lindas, de uma delicadeza ímpar, únicas e com tecidos nobres e também muito caras.
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Seguimos nosso passeio e observando os hábitos de consumo ali naquele shopping.
Tem nail bar !

Tem nail bar !


Sai caro, rs! Mas é o mesmo valor dos salões de rua!

Sai caro, rs! Mas é o mesmo valor dos salões de rua!


Além de muito chá tem também um cafezinho!

Além de muito chá tem também um cafezinho!


Retornamos ao hotel e fomos conhecer nosso micro quarto de hotel.
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Começando pelo tamanho da porta!

Começando pelo tamanho da porta!


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Chinelinhos numero 38, esqueça quem tem pé maior, rs!

Chinelinhos numero 38, esqueça quem tem pé maior, rs!


Para mim viajar com crianças não importa o tamanho do banheiro desde que tenha banheira, nada como um momento relaxamento e divertimento para elas na água!

Para mim viajar com crianças não importa o tamanho do banheiro desde que tenha banheira, nada como um momento relaxamento e divertimento para elas na água!


Nada como uma boa marca popular, rs!

Nada como uma boa marca popular, rs!


Após relaxar um pouco no quarto do hotel, já era noite e fomos dar uma volta próxima a Torre de Kyoto, e encontramos uma Yodobashe, aproveitamos para comprar algumas frutas no subsolo onde tem o mercado.
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Olha o "camarrão" aí!

Olha o “camarrão” aí!


E olha só como funciona, depois de pagar você passa para outra sessão onde organiza suas compras para levar...

E olha só como funciona, depois de pagar você passa para outra sessão onde organiza suas compras para levar…


... E elimina todas as embalagens desnecessárias e reciclavéis!

… E elimina todas as embalagens desnecessárias e reciclavéis!


E se precisar de gelo para os resfriados e congelados é só se servir!

E se precisar de gelo para os resfriados e congelados é só se servir!


Depois subimos ao último andar para jantar, escolhemos um restaurante que servia uma fusão de comidas asiáticas, mas o que eu mais queria era o dim sun, Uma comidinha literalmente para tocar o coração e que nos dias de hoje é um alimento básico da cultura chinesa e cantonesa.
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Aproveitamos os gostinhos e cheirinhos da comida e os meninos adoraram descobrir cada comidinha que saia das cestinhas de bambu!
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E o Andre ainda surpreso com o barulhinho que o pessoal da outra mesa faziam ao tomar a sopa! Rs
Só foto sem aúdio, rs! Mas nem preciso dizer que agora Santiago e Murilo só tomam caldinhos fazendo o tal barulhinho, rs!

Só foto sem aúdio, rs! Mas nem preciso dizer que agora Santiago e Murilo só tomam caldinhos fazendo o tal barulhinho, rs!


Para finalizar o jantar!

Para finalizar o jantar!

Para fechar o dia um grande abraço!!
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Quem disse que os japoneses são frios, não viajou comigo, rs!

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Castelo de Osaka

Hoje vou voltar no tempo para contar como foi nosso final de tarde do último dia em Osaka.
Ao final da tarde fomos visitar o Castelo de Osaka.
O Castelo fica na parte central da cidade e é um dos castelos mais importante do Japão. Chamado de Osaka-jo, foi construído em 1583 e de lá para cá passou por muitas reconstruções pois passou por guerras, raio e incêndio várias vezes.
Osaka-jo fica dentro do Parque Público do Castelo de Osaka, numa linda grande área verde e com fácil acesso pela linha de trem. E uma leve caminhada pelos jardins nos conduzem aos portões do Castelo.

Parque Público do Castelo. Nestas barraquinhas do lado esquerdo da foto são vendidas plantas e na falta do atendente , é só deixar o dinheiro na caixinha do balcão e levar a mercadoria.


Portão Otemom, de pê desde o período Tokugawa (1600).


Momento purificação


Castelo de Osaka


Atrás de nós a capsula do tempo que foi colocada ali em 70


Esta capsula do tempo foi colocada em primeiro de janeiro de 1970 e irá guardar 2008 itens durante 5000 anos, um pouco da sociedade japonesa de 1970. São itens diversos de uso comum, um retrato social do Japão pós-guerra. A capsula é preenchida de gás argônico, selada e enterrada não havendo degradação dos materiais. Um relógio atômico e movido a plutônio ira garantir a contagem do tempo além do ano 6000, uhau!! Isso sim é ver no Japão a fusão do tradicional com a tecnologia!

O castelo nos dias de hoje funciona como um museu, contando toda a história de construção, guerras, suicídio e desastres que envolvem o castelo. São oito andares, tudo muito organizado e com acesso fácil para cadeirantes e carrinhos de bebe, inclusive nos sentimos especiais tamanho era o cuidado para que nossa visita fosse prazerosa. Todos os atendentes solícitos e até com dicas de como fazer o elevador ser mais ligeirinho no momento que quiséssemos subir e descer, rs.
No oitavo andar dá para se ter uma linda vista da cidade.


Dentro do Castelo tem muitas roupas e armaduras o que aguçou um pouco a curiosidade dos pequenos que acreditavam que sempre no próximo andar encontrariam um shogum. Nada de encontrar com um, mas para crianças na idade deles qualquer dinossauro resolve este problema, rs.

Companheiro das aventuras deste dia. Foto tirada pelo Santiago.


Na saída do grande portão sentimos um cheirinho de “churrasquinho” diferente e lá fomos nós provar.


Assim nos despedimos do Parque Público do Castelo de Osaka!

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Joypolis e Nosso Último Jantar em Tóquio.

Nossa! Ainda estou falando do último dia de Tóquio! A verdade é que o dia rendeu, aproveitamos tudo que pudemos no ritmo das crianças, ou seja, às vezes lentamente como a paisagem pedia e outras vezes bem ligeirinho como o programa exigia.
Então encontramos a entrada no shopping que nos levaria à Joypolis, apressamos o passo, nada de olhar lojas e vitrines e rapidinho chegamos ao parque indoor.

Confesso que estava com receio de entrar em mais um daqueles parques infantis barulhentos, com crianças histéricas, campainhas tocando e aquela mega poluição visual. Na entrada toda branca com funcionários educadíssimos para nos recepcionar e ajudar já fui relaxando e me entregando à fantasia.

Hora de passar pela medição e ver que adesivo cada um receberia de acordo com a altura para poder ter entrada livre nos brinquedos corretos.


Entramos e o parque se abriu, olhei em volta e não acreditei. Vou explicar, no folheto explicativo estava escrito que eram 3 andares mas não falava a metragem do lugar e eu já sabia que era pequeno. Mas incrivelmente eles sabem fazer as coisas, eram 3 andares com um grande vão aberto fazendo com que o teto fosse bem alto, o ambiente todo escuro parecia mais uma balada eletrônica, existia sim barulho dos brinquedos,mas não sei como, mais parecia música para nossos ouvidos e nos acostumamos tanto que sempre esperávamos pelo VRUUMM!! da mini montanha russa instalada bem no teto saindo pela lateral do shopping.

Parte central do parque visto do último andar.


Bom, mas pára tudo! Sem tempo para admirar o lugar e corremos para o terceiro andar para encontrar ele! SONIC!!!

Haviam vários brinquedos com o porco espinho, vários bonecos fofinhos, muitas imagens e uma estátua dele.


Pronto!! Nossa tarefa estava cumprida! Filhote feliz! Fomos brincar um pouquinho.
O parque mistura a realidade real com o virtual “real”, meio esquisito isso que escrevi de realidade real? Virtual “real”? Como assim?! Não sei, só sei que vivi. Num momento teve um show virtual no centro do parque, uma boy band japonesa, uma graça a música. Não era permitido fotografar, o parque estava relativamente vazio, mas na hora do show encheu e o mais legal é que encheu de pessoas virtuais, era uma projeção nos espaços vazios entre as pessoas, mas como tudo ali essas projeções também eram interativas, por exemplo, se eu desse um passo para frente a pessoa virtual na minha frente saía. Seria isso realidade virtual ou ilusão de ótica, sei lá! Então fomos dançar! Demais!!!

Ficamos super entretidos com tudo que tinha a realidade virtual, os meninos adoraram brincar com bolinhas virtuais, bichinhos virtuais.

Nos transformamos numa família de peixe boi, com direito à receber alimentação e soltar arrotinhos, rs!

Tinha um grande halfpipe para adultos simularem manobras no skate.

Santiago brincando em frente a uma imagem virtual enquanto o Murilo observa o pai no halfpipe.


E até um banco que conversava em japonês e em inglês com quem sentava, a conversa podia ficar longa com direito à suspiros, beijinhos ou sacolejos.

Tinham diversos jogos e brinquedos para adultos e muitos do cinema de terror japonês, não fui em nenhum, deu medinho mas porque todos estes brinquedos tinham uma explicação anterior e eu simplesmente não entendia nada, rs, e não entender nada num brinquedo de terror não iria dar certo!


Não dá para esquecer dos pezinhos cansados, então porquê não uma massagem?


Foi muito divertido para todos, fizemos um lanchinho lá de dentro, mas já era tarde e hora do jantar, e nosso último jantar em Tóquio e até agora já tínhamos provado muito da comida japonesa mas nada ainda do peixinho cru.
Saimos em busca de um restaurante de sushis e sashimis e encontramos bem no Deck principal de frente para a baía.

Neste restaurante tinha uma grande vitrine com os principais pratos, nossa quanta dúvida!

O garçom conseguiu nos mostrar que podíamos sentar em frente ao sushiman e seguir pedindo o que queríamos, topamos na hora! Mas que sufoco! Primeiro como chamar o garçom pelo nome?

Cada vez que pedia um sushi, o casal ao lado ria! No começo me bateu uma vergonha, depois cada vez que eles riam eu ria junto, fazer o quê?! COMER E BEBER!








Dá uma olhadinha la fora!

E assim terminamos nosso dia, ao sabor do mais autêntico peixe cru japonês e com a vista mais linda da cidade, ver toda Tóquio com seus aranha céus iluminados, torres iluminadas, barquinhos que cruzam a baía a todo instante e a Rainbow Bridge foi encantador, finalizamos com sucesso!

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Passeando por Odaíba.

Continuando nosso passeio em Odaíba, a ilha artficial em Tóquio, saímos do Museu de Ciências e fomos caminhando até o Decks Tókyo Beach, um shopping onde encontrariamos nosso próximo destino a Joypolis Sega.
O dia estava lindo, céu azul e temperatura agradável, podiamos pegar um mini ônibus que nos deixaria em frente ao shopping, mas optamos ir caminhando, afinal não é sempre que se caminha pelas calçadas do futuro, rs.

Fomos admirando as construções tecnológicas, os trens que passavam suspensos, os mini carros ligeirinhos pelas ruas arborizadas, as vending machines em cada esquina, a vista para o mar e a limpeza! Um artificial tão ecológico que chegamos a acreditar que aquilo sim é o paraiso!
Infelizmente não pudemos explorar toda a região como ela merecia, tem que reservar um final de semana para este passeio e realmente entrar em todos os lugares! Iamos andando e repetindo “que droga, hoje é o último dia de Tóquio e só agora descobrimos este oásis da cidade”!

E fomos passando pelo Telecom center que é um importante pólo de comunicação com várias antenas parabólicas de grandes dimensões . Tem um obeservatório numa altura de 99 metros, imagina só?! A bela vista da área da baía, a Tókyo Tawa, a Sky Tree Tókyo, a Rainbow Bridge e ainda o Monte Fuji em dias claros.

Ao fundo o Telecom Center.

Seguimos nossa caminhada e passamos pelo Museu de Ciências Marítimas que mais parece um gigante navio de cruzeiro ancorado na baia. E mostra toda a história e tecnologia usada para construção dos navios.

Museu de Ciências Marítimas.

Seguindo passamos pelo edifício Fuji Tv, uma emissora privada de Tv no Japão, este prédio futurista tem um mirante nesta esfera. Além de lojas e um museu contando a história dos programas produzidos. Só admirar este prédio já um grande passeio.

Fuji Television

Passamos por outros locais que depois fomos saber que eram grandes centros de entretenimento, como um shopping desenvolvido especialmente para agradar as mulheres, com todas as lojas de departamentos existentes no Japão, com uma ambientação especial tudo para elas não quererem mais sair de lá!
Seguindo em direção ao mar chegamos na promenade toda de madeira com uma linda vista de Tóquio e do por do sol! Lindo demais!

A Estátua da Liberdade foi presente da França para o Japão e fez tanto sucesso que fizeram uma réplica para ficar sempre aqPassando em frente ao Aquacit Odaíba, outro shopping e entre outras coisas ele tem um cinema multi-flex, que emprega a mais recente acústica e tecnologias de tela, e uma zona gourmet izem que a maior zona gourmet do Japão, não sei, rs.

Estátua da Liberdade, Aquacit Odaíba e Fuji Tv.

Fomos caminhando até o Odaíba Marine Park, de onde saem vários passeios de barco, e que barco!! Pegamos todas as informações e horários destes passeios ( e olha devem deixar qualquer passeio de barco das cidades famosas no chinelo, rs) e mantendo no pensamento que ainda vamos voltar e aproveitar de novo cada cantinho!




Mas agora nada de choro nem vela! Já estamos em frente ao Decks e vamos cair na folia do parque indoor da Sega.

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Odaíba, a Ilha Artificial de Tóquio, mais um Grande Surpresa da Viagem!

Estamos no sétimo e último dia em Tóquio e não encontramos o Sonic, o ouriço azul lançado pela Sega, como falei no post de Akihabara. O Santiago já sabia que Tóquio era cidade do Sonic e ainda perguntava se um dia iríamos encontrá-lo mesmo ele sendo tão rápido, rs. Sou daquelas que quando promete algo ao filhos tem que cumprir, então tiramos este dia para fazer uma pesquisa sobre o danadinho e onde encontrá-lo com certeza. Depois de pesquisar na internet do hotel pegamos o endereço da Joypolis,um parque de diversões da Sega que é a desenvolvedora dos video games com o personagem do pequeno ouriço. Existem vários destes parques pelo Japão, separamos o que fosse mais próximo e aproveitamos para conhecer mais coisas no mesmo bairro, numa pesquisa rápida anotamos endereços e dicas de como chegar.
Pegamos a linha Yurikamome e imaginamos que era mais um trem entre tantos outros que pegamos e no trajeto fomos percebendo que era muito mais.

Yurikamome é o primeiro sistema de transporte totalmente automatizado no Japão, sem motorista a bordo e totalmente controlado por computador, e usa pneus ao invés de rodas de aço dos trens. Esta linha foi construída elevada do solo para atravessar a ponte Rainbow Bridge que corta a baía de Tóquio.

A impressão inicial é de estar num filme futurista, o trajeto é todo suspenso e passávamos na altura do sétimo andar dos grandes arranha céus da região. Passando por cima das ruas e viadutos e sempre subindo cada vez mais como numa montanha russa até que avistamos o mar e toda a maravilhosa baia de Tóquio. Após fazer um loop de 270 graus a vista panorâmica das ilhas é de tirar o fôlego.

Nossa sensação de estarmos num filme futurista não acabou aqui, se manteve durante todo nosso passeio. A região é Odaiba, posso dizer que foi a grande surpresa da viagem, pois em toda pesquisa feita para organizar nossas férias em nenhum lugar li referência sobre esta ilha. O lugar é lindo, futurista, levemente arborizado, com uma faixa de areia banhada pelo mar onde se pode praticar esportes náuticos e ainda pegar um bronze ( dúvido que alguma japonesa queira, rs). Em toda orla da baia de Tóquio só existem duas faixas de areia para o lazer. Esta ilha artificial foi construída em cima de um aterro de lixo tratado num período pré crise no Japão, ficando um pouco desacreditada pelos grandes investidores, mas com o passar dos anos hoje Odaiba é o bairro mais moderno de Tóquio, tem todo um sistema de coleta de lixo invejável (bom, invejável tudo é em Tóquio). Quase 100% do lixo é reaproveitado e a usina de reciclagem transforma em energia utilizada pela própria ilha.

A ilha tem muitas atrações de lazer e compras, muitas mesmo, só fomos descobrindo conforme íamos avistando as grandes construções e complexos.

Fomos direto ao Miraikan que é o Museu de Ciência Emergente e de Inovação. Há uma riqueza de exposições interessantes, incluindo a medicina de ponta, da robótica e do transporte. O interativo e bilíngüe museu de ciência foi construido em um aço de alta tecnologia e de vidro.


São muitas coisas novas para nós visitantes e fica difícil destacar algo, mas vou tentar. A primeira coisa que fizemos foi pegar nossas entradas para o concorrido planetário. Os meninos assistiram toda a apresentação com olhos grudados na imensa tela hemisférica e detalhe a primeira que fui em 3D.

Destaque para as exibições em tempo real de dados de uma enorme variedade de sismógrafos em todo o Japão, que mostra o país suavemente vibrando.
O globo Geo-cosmos mostra quase em tempo real telas de padrões climáticos globais, as temperaturas oceânicas e cobertura de vegetação.

Asimo , o robo da Honda que foi um dos primeiros humanóides como robô. Ele está sendo treinado e espera-se que seja capaz de dar visitas guiadas ao centro nos próximos anos.

Outro robô em exposição toma a forma de um bebê foca ,conhecido como Paro, ele pode interagir com as pessoas e é um prazer para todos fazer carinho e ver as reações dele, Paro é uma realização da pesquisa em robótica avançada. Uma de suas funções é oferecer conforto e prazer por meio de “interação” com os humanos.

“Halluc II” é uma máquina exemplificando o slogan, “futuro da mobilidade”, e visa atender as necessidades dos seres humanos. Ele é capaz de adaptar-se de forma flexível e atravessa uma grande variedade de ambientes e pode confortavelmente coexistir com o meio ambiente.

Inte-robô
Este é um robô que duplica a reação humana mostrando simpatia ao responder a uma voz humana. É um sistema de comunicação que encoraja um sentido de unidade na comunicação entre um humano e um robô através da introdução de ritmos físicos, tais como acenos e gestos para interação do robô. É muito estranho ver aqueles humanóides reagindo à nossas atitudes.

Também em exibição é um modelo real em tamanho do submarino Shinkai 6500. Este é o submarino tripulado que chegou a maior profundidade no mar do mundo fazendo pesquisas e levando o homem à lugares nunca imaginados.

A parte de Ciências da Vida lida com algumas das pesquisas médicas incríveis que estão sendo feitas hoje. Há um monte de informações sobre nano tecnologia, que se espera venha a ser usado na medicina nos próximos anos. Existem vários displays interativos e vídeo que explica atual e futura investigação médica.

Entre as muitas novidades outra coisa que chamava a nossa atenção era a disposição dos funcionários multilingues,ensinando sobre a ciência de ponta japonesa e quando eles iam sabendo que éramos brasileiros ficava muito difícil seguir para a próxima atração porque eles queriam saber, conversar e rir juntos, e mais uma vez; bem quando estamos em lugares de ponta, que sentimos que o bem mais precioso do Japão é seu povo sem dúvida nenhuma e arrisco dizer aqui bem baixinho só para mim, eles não tem nada de comportamento frio e sisudo para mim são alegres, sorridentes e atenciosos.

Voltando ao Miraikan, é liderado pelo astronauta japonês Dr. Mamoru Mohri e o edifício foi inaugurado em 2001.
Ufa! Foi difícil tirar os meninos de dentro do museu, afinal ainda tínhamos muito que explorar na maravilhosa ilha de Odaíba! E é claro, ver o Sonic! Nosso dia ainda não terminou!conto mais depois.

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Mercado de Peixes de Tsukiji

Tóquio sexto dia! Na noite anterior mesmo cansados do passeio para Disney Sea colocamos o despertador para muito cedo levando em conta que nosso destino era Tsukiji, o mercado de peixe de Tóquio. Não era nossa intenção acompanhar o famoso leilão do atum que se inicia após as quatro da manhã, mas sim passear pelos corredores e observar toda a variedade de frutos do mar que eles recebem fresquíssimos todos os dias. Mesmo vendo na noite anterior que o dia seguinte seria chuvoso mantivemos o plano. Deixamos o despertador tocar algumas vezes e o barulhinho da chuva indicava que o melhor lugar para estar naquele momento era mesmo na cama. Ouvimos a chuva e nosso coração, esquecemos do despertador e deixamos que nosso corpo decidisse a hora do despertar. Após um café da manhã bem preguiçoso e demorado digno de um dia de férias seguimos para o nosso destino mesmo sabendo que o horário não era o mais apropriado.
Chegamos na estação mais próxima e no último corredor que desembocava na saída já sentimos o cheirinho do mercado, só consegui pensar nos vários restaurantes em volta me chamando para comer.

O mercado Tsukiji fica bem na região central de Tóquio e tem um papel vital na distribuição de perecíveis para todos os moradores da região, são 2000 toneladas de produtos por dia, segundo a associação do mercado. Comercializam 450 tipos de peixes entre outros produtos de origem marinha.

Com a crescente popularização do mercado e a visita de turistas tiveram que começar a controlar a entrada nas áreas mais críticas, para manter o mesmo padrão e a cadeia de frio.
O mercado trabalha por vinte quatro horas apesar da exposição dos produtos permanecerem por aproximadamente cinco horas. Às 5 horas da tarde já inicia o recebimento de produtos oriundos de todas as partes do mundo (só para ter uma idéia, o atum pescado na costa oeste dos EUA leva 48 horas para chegar e ser fatiado desde sua subida no barco pesqueiro). À 3 horas da madrugada os atuns são avaliados e feito a estimativa do preço. Às 5 e meia inicia o leilão do atum. À 7 horas os itens do leilão são carregados pelos atravessadores e expostos nas barracas. Às 8 horas os varejistas e donos de restaurantes levam suas compras . Entre 8 e 10 horas o mercado recebe o maior volume de visitantes. E às 13 horas o mercado já esta limpo, os isopores termicamente tratados e reciclados e o caminhão de aspersão e pulverização termina o trabalho.

Chegamos na hora de ver a retirada dos peixes, limpeza e contar o dinheiro,rsrs, afinal são movimentados ao dia alguns bilhões de yens.

Antes de visitar o Mercado de peixes de Tsukiji e bom seguir algumas dicas, pois o mercado é um local para profissionais e de cuidado extremado com o alimento e nós como viajantes temos que no mínimo respeitar o ambiente e de nenhuma forma deixar de contribuir para seu perfeito funcionamento. Seguem algumas instruções retiradas do japan guide.

“· Veículos têm o direito de passagem.
Carros e caminhões são usados ​​para transferir a mercadoria dentro do mercado. Por favor, dê-lhes prioridade e fique fora de seu caminho. Sua segurança é nossa principal preocupação. (Por favor, cuidado extra quando você está tirando fotos … cuidado atrás de você!)
· Por favor, não toque na comida.
As pessoas Tsukiji Market se orgulham em fornecer alimentos frescos para os seus clientes. Quando frutas frescas, legumes e peixe cru são manipulados pelos visitantes (e muitos visitantes vêm para Tsukiji), a mercadoria perde seu frescor. Esperamos que você compreenda.
Negociação · geralmente não é feito.
As pessoas não são para negociação em Tóquio. Não é parte de sua cultura. Se você pressionar, você pode acabar ofendendo o proprietário da loja!
· Por favor, ser atencioso com os outros.
Restaurantes no mercado de Tsukiji exterior tendem a ser pequenos, com lugares limitados. Às vezes até mesmo linhas formam fora. Dependendo da hora do dia, você pode ter que acompanhar o ritmo de comer dos moradores. (Sim, eles comem rápido, porque eles têm que voltar ao trabalho.)
· A frase “Obrigado!” É bem-vinda.
Pessoas no mercado são geralmente agradável, simpática e educada. Quando o ato é correspondido, você será muito apreciado. Então, por favor lembre-se de dizer obrigado – “Arigatou” quando alguém te ajuda.” Fonte Japan Guide.

E foi chegando a hora de comer, bem quando estávamos no lado do mercado onde não havia os restaurantes que todos os guias indicavam, o cheiro bom de comida estava presente mas nenhuma fachada para sinalizar a presença de um restaurante que pudesse nos atender. E como já queríamos ter uma experiência de turismo às cegas, ou melhor, no melhor estilo ” siga aquela pessoa ali”!
Foi neste momento que decidimos seguir as pessoas e ver no que aconteceria. Só tinha uma regra, nada de seguir turistas. Seguimos uns engravatados japoneses que aos poucos formaram uma fila num pequeno restaurante nos fundos dos fundos do fundo do mercado, rs, ufa!

Nem sei como eles mesmos acharam aquele lugar. Esticamos o pescoço para dentro e ali tinha comida, era o que precisávamos, entramos meio tímidos, aliás era timidez para todos os lados. Não havia nenhum funcionário que “arranhasse” um inglês, não havia cardápio com fotos, mas o cheiro da comida… Ai que cheiro bom!! E aprendi mais uma coisa, não existe barreiras quando se tem fome! rs. Espiei por uma frestinha a cozinha e vi o vapor tomando conta do ambiente, os panelões altos, os cozinheiros cada um com sua toalhinha branca amarrada na testa, não tinha dúvidas, ali tinha um rámem para esquentar nosso corpinho e aquecer nossos coracões!
Fizemos nossos pedidos e ficamos ali saboreando, observando e sendo observados!



“Uma tigela de ramen é o universo em si, com a vida do mar, das montanhas e da terra, tudo coexistindo em perfeita harmonia”

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Disney Sea em Tóquio.

O despertador toca, toca e toca mas ninguém esta lá para desligar, porque hoje é dia de criança!!!
Santiago abriu os olhos soltou um sonoro: Bom dia, já é dia!! E hoje é dia de criança! Resultado, antes mesmo do despertador tocar já estavam todos prontos a caminho do café da manhã.
No dia anterior ja tínhamos pesquisado onde era o ponto do ônibus que iria nos levar ao Tokyo Disney Resort e foram 10 minutos de caminhada até o ponto, chegando lá rapidamente recebemos instruções de como comprar a passagem e qual seria o ônibus. O trajeto do ônibus foi de 40 minutos.

Passamos pelos estacionamentos vazios, afinal havíamos escolhido uma segunda feira para conhecer o parque e sem feriado próximo, estávamos ansiosos para ter um parque só nosso.
Compramos as entradas na hora e uma pequena fila ia se formando ao som da melhor trilha sonora da Disney.

A impressão é que você já esta dentro de um clássico filme Disney e toda atmosfera em volta é propícia para acreditar nisso.
Escolhemos o parque Disney Sea pois já havíamos levado os meninos em outros parques da Disney e este parque é único.
A Tokyo Disney Sea diferente dos outros 11 parques da Disney espalhados pelo mundo é propriedade de Oriental Land Company que licencia a marca Walt Disney e construiu os dois parques, Disneyland e Disney Sea no Japão. Este parque apresenta números grandiosos, como tudo que vi no Japão, é o parque mais caro já construido, em 2011 foi o mais visitado e foi o parque temático que mais rápido atingiu o numero de 10 milhões de clientes. E fica na linda baía de Toquio.
Então, vamos lá explorar esta maravilha nipônica com referência ao melhor estilo americano.
Na entrada já encontramos o primeiro símbolo do parque a Aquasphere , uma grande fonte de água com um modelo da Terra giratório.

E já fomos bem recebidos pelos amados Pateta e a Margarida.


Na passagem do primeiro portal comecei a entender todos os números do parque. Acho que os bilhões gastos realmente valeram cada centavo, pois foi o parque mais maravilhoso que já vi, tanto que comecei a acreditar que é ali mesmo o ” lugar onde seus sonhos acontecem”.

Avistamos o segundo símbolo do parque, o vulcão Prometheus, um lindo vulcão ativo que é avistado de qualquer ponto do parque e suas labaredas.

O parque é incrível e na chegada se percebe sua magnitude, tudo ali é milimetricamente calculado e, detalhe, todas as ruas , lojas, restaurantes são bem mais largos do que qualquer parque da Disney. Da para se ter uma visão geral de todos os portais do parque, todos eles com temas náuticos. Então vamos lá nos divertir:

Porto Mediterrâneo

O tema é uma cidade portuária italiana, com suas gôndolas, restaurantes e lojas. Uma coisa linda de ver. Não tem como falar o que é mais perfeito, tudo é perfeito! E numa das bordas tem o Hotel Miracosta, quando você olha para o prédio tem a certeza de que ele é verdadeiro, com pessoas na janelas dos quartos, com luzes que acendem e apagam dando a certeza que tem um hóspede ali. Isso porque apesar de ser tudo cenográfico existem alguns túneis de acesso para os hóspedes do resort e são esses que quando passam para conhecer os espaços internos dão a impressão para os que estão de fora que tudo é real!

American Waterfront

É a representação da costa oeste dos Estados Unidos, com passeios de barcos e veículos elétricos. E é aqui que estão os palcos para muitas atrações. Fomos na atração da Turtle Talk, que fica dentro de um navio ancorado ali. Foi muito engraçado ver uma tartaruga falando em japonês para as crianças. Mas a fantasia é tão grande que transcende a barreira da língua.

Port Discovery

Esta é a Marina do Futuro, e realmente a visão que se tem é que se esta no futuro.

Aqui é o Centro do Controle do Tempo e os melhores passeios foram o Aquatopia, um passeio de barco muito curioso, pois não usa trilhos e são vários barcos fazendo giros e movimentos rápidos sem a gente saber quem esta comandando e como um não bate no outro, e depois fiquei sabendo que é uma super tecnologia de rastreamento por LPS ( sistema de posicionamento local) , eu não falei que era curioso, rs! Para saber: fazem movimentos aleatórios e cada passeio é único e custou 130 milhões para construírem a atração.



O segundo passeio foi o Stormrider, é um simulador em 4D, fui com o Santiago e foi muito engraçado porque o passeio já começa numa sala com a explicação do comandante da missão que seria nos mandar para o centro de uma tempestade e ir ao centro de um furacão para avaliarmos os dados, tudo isso explicado em japonês, é claro, tudo com gritinhos e gestos motivacionais, rs, eu o Santiago só imitávamos todo mundo, depois de 10 minutos de explicações, gritinhos e uhus fomos para a missão e foi muito, mas muito legal estar dentro de um furacão numa capsula desgovernada com meu super companheiro corajoso que grudou seus dedinhos no braço da cadeira e com seus olhinhos azuis arregalados não perdeu um segundo da missão! Detalhe, foi punk! Mas ele resolveu repetir a dose com o pai.


Lost River Delta

Onde encontramos uma grande pirâmide Azteca e ali dentro o passeio, ou melhor , a grande aventura com Indiana Jones e o Templo da Caveira de Cristal, aqui sim achei estar dentro do filme e o ponto alto foi ter a certeza que aquela grande pedra iria passar por cima de mim, ufa!! Mais uma vez aproveitamos o single ride, porque era um passeio adulto e as crianças não puderam ir e ficaram curtindo todo aquele cenário com suas figuras curiosas.

Arabian Coast

Tem como tema principal o filme Aladdin e a história das 1001 noites, é um porto árabe exótico com influências do Oriente Árabe e da Índia. Com muito cheiro de curry e com mercados e bazares árabes e suas bancas cheias de metais.

Fomos passear nos tapetes mágicos de Jasmine e no carrossel encantado do Gênio.

Ilha Misteriosa

É aqui que fica o símbolo maior do parque, o vulcão Prometheus. As atrações principais são A Viagem ao Centro da Terra, passeio para adulto revivendo as histórias de Julio Verne. E 20.000 Leguas Submarinas, que é um passeio no escuro, neste fomos todos os quatro para o fundo do mar!

Mermaid Lagoon

É o palácio do rei Tritão, esta era a atração que eu mais queria conhecer porque já sabia que era um verdadeiro playground para crianças pequenas, chegamos já era noite mas assim que entramos o cansaço foi embora e parecia que estávamos no fundo do mar , o lugar é lindo demais com caravelas (água viva) fluorescentes, um espaço com a Ariel, a pequena sereia e um lindo restaurante onde tem shows com a turminha do fundo do mar. Eu e os meninos fomos em todos os brinquedos e eles amaram, enquanto isso o Andre estava na viagem ao centro da terra, aproveitando o single ride.



Falei, falei e não falei tudo! Parece impossível descrever como este parque é maravilhoso e quase nem sobrou espaço para eu dizer que apesar de ser segunda feira e os estacionamentos aparentemente estarem vazios, o parque estava lotadíssimo, muita gente mesmo, como nunca vi num parque, mas como magia a sensação lá dentro era de tranquilidade, tudo isso porque estávamos no meio de um povo extremamente educado, disciplinado, organizado e acima de tudo alegre. E foi assim que fomos embora, mais alegres do que quando chegamos e com a certeza de que estamos à anos luz de distância de ter a mesma capacidade deste povo!!

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Admirando a Torre mais Alta do Mundo.

Já são cinco dias em Tóquio e temos a sensação de que poderíamos ficar aqui por alguns anos e mesmo assim ficariam muitos lugares sem serem explorados. Nosso roteiro diário esta sempre recheado de novidades e atrações bem óbvias quando se fala em turismo em Tóquio e hoje iniciamos por Harajuku.
Ela esta entre Shibuya e Shinjuku, e tem como atração duas ruas principais.
A Takeshita Dori.

Esta rua é considerada a capital da moda no mundo, moda de rua. Aqui está concentrado um grande comércio popular para os jovens e é um local de apresentação para os jovens designers. Harajuku ficou mais conhecida no mundo pela presença de jovens vestidos de cosplay, personagens de animé e manga. São muitos estilos diferentes ou seriam tribos?

Na realidade o que vimos foi uma pequena rua movimentadíssima, muitos adolescentes fazendo compras e pela primeira vez um mercado paralelo de artigos não liberados pelas leis japonesas, que aliás são rígidas em relação à pirataria.


Outra rua bem movimentada é a Omotesando, onde ficam concentradas as lojas de luxo, restaurantes e cafés.

Uma loja que adoramos foi a Kiddy Land, são 6 andares de brinquedos, um andar reservado só para o Snoopy e sua turma e outro para a Hello Kitty.

Saindo desta região seguimos de trem para conhecer a recém inaugurada (22 de maio 2012) Tokio Sky Tree. A torre mais alta do mundo com seus 634 metros de altura mas que não é a edificação mais alta do mundo que é um arranha céu de 828 metros de altura em Dubai.

A Tokyo Sky Tree tem vários pontos de observação e o mais alto esta 450 metros de altura e se tem uma visão da cidade num raio de 70 km. Infelizmente não subimos no observatório pois só conseguiríamos a entrada para 5 hrs depois. Mas aproveitamos para admirar a própria torre, nós e milhares de moradores da cidade que têm um orgulho enorme desta construção que simboliza tradição e futuro aliados e que funciona como um provedor de transmissão para radiodifusão.

Num passeio pelas lojas internas se tem uma noção da paixão pela torre, os produtos com a marca Tokyo Sky Tree não param nas prateleiras e é possível encontrar de tudo, desde comidas até acessórios de banho.

Outra torre de importância na cidade é a Torre de Tóquio, ou Tokyo Tawa. Ela é a torre de metal mais alta do mundo, mais alta que a Torre Eiffel mas não tão conhecida, inclusive todo seu design foi baseado na Torre Eiffel e é pintada de branco e vermelho.

Resolvemos fechar o dia com um típico programa de família e que tal um cineminha em Japonês? O filme, infantil e para acompanhar pipoquinha.


Ja vou dizendo o sabor da pipoca é bem diferente, difícil descobrir qual é doce e qual é salgada.Finalizando, um sorvete de tofú!

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Visitando Hakone.

Se uma foto vale por mil palavras, infelizmente não tenho esta foto, e talvez com mil palavras eu possa descrever o dia de hoje. Nossa visita à Hakone!
Esta é uma cidade próxima à Tóquio e fica numa região montanhosa e maior parte da dela esta dentro das fronteiras de atividade vulcânica e é um geoparque da Unesco.
Separamos o passeio em duas partes.
A primeira parte foi visitar o Open Air Museum, primeiro museu de arte ao ar livre no Japão. Tem uma área de 70000 metros quadrados, com mais de 120 obras de artistas consagrados.



Uma área reservada, o Salão Picasso,com mais de 300 obras do artista.

Instalações que viram playground onde as crianças podem escalar, pular e rolar.







E no final quando os pés não aguentam mais, tem o footbath, uma grande banheira com àguas termais onde todo visitante pode fazer seu relaxamento.



A segunda parte foi chegar ao lago Ashi e quem sabe ter a chance de avistar o Monte Fuji.
O caminho percorrido e como ele é percorrido já é por si só um grande passeio. Para chegar é preciso pegar um trem da estação de Shinjuku até Odawara, lá trocamos de trem e passamos para a linha Hakone Tozan Railway com o primeiro sistema de trens do Japão, são trens bem pequeninos e antigos que fazem um zigue zague para subir a montanha sempre trocando de trilhos e hora de frente, hora de ré. Passando por uma linda região de mata densa.


Depois do trem a viagem segue de bondinho subindo e descendo montanhas.





Até chegar ao barco que atravessa o lago Ashi, tudo isso para ver o Monte Fuji que na grande maioria dos dias se esconde entre a névoa densa que se forma em toda a região. Talvez por isso eles tornaram este passeio tão cheios de detalhes, piis ja sabiamos que aquele dia não seria possível avistar o Monte Fuji, mas por que não arriscar?! Voltamos sem uma foto dele para contar história.

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